Todo mundo sabe que o Black Metal Norueguês é conhecido mundialmente pelas suas bandas satânicas e Niilistas. Mas vale ressaltar, que a Escandinávia não é apenas um berço de ocultimso e guerreiros Vikings. A Suécia é um exemplo disso, é uma grande exportadora de bandas fodásticas de todos os estilos musicais. Mas um estilo, mais matador e admirados por muitos metaleiros é o Melodic Death Metal.
Não estou falando daquele death metal cru, bate estaca e de distorção tosca. Que não deixa de ser muito bom também. Estou falando de heavy metal tradicional associado a vocais Guturais com distorções limpas e pesadas.
Um dos grandes precursores do estilo foram o At The Gates, inciada em 1990 a banda trazia o vocalista do caralho de mil projetos chamado: Tomas Lindberg. Mas, dentre milhões de bandas suecas, apenas uma banda a meu ver, consegue se destacar pela originalidade constante, a cada álbum, e sem soar repetitivo. Esta banda é o In flames.

Sei que muitos vão me crucificar e dizer: “Esse cara tá louco!… e onde ficam as bandas como o Soilwork, Dark Tranquility, Scar Symmetry, Amon Amarth e etc…!!!”. Eu adoro todas as bandas citadas anteriormente. Mas vale admitir que nos seus quase 20 anos de banda, o In flames, lançou apenas 9 discos. Cada álbum um fez diferença, por acresentar outros elementos não só eletrônicos mas também de todos os sub-gêneros do metal. Álbuns como o The Jester Race e Whoracle são obras primas.
Por mais que falem que o in flames virou New metal após excursionar com Slipknot em 2005 e que virou Metalcore, por esta fazendo atualmente bastantes turnês com bandas do gênero. Quem fala isso não sabe merda nenhuma de inovação.
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