Aposto que após lerem o título foda e prepotente do post vocês ficaram curiosos e clicaram né? Sei que toda semana venho aqui com um texto excelente sobre música, MAS essa semana será diferente. Não falarei de música e sim dedicarei meu espaço para fazer uma resenha, ou resenhar (se existir o verbo), sobre o jogo de 2012: Deadlight, da Microsoft Studios e desenvolvido pela Tequila Works. Para atiçar a curiosidade de vocês e os levarem a abaixar o scroll da página vou só dizer que se trata de um Prince of Persia com Zumbis. SEGUE!
Peguei o jogo numa promoção da Steam. Primeira coisa que me impressionou é o visual, mesmo sendo em 2D (ou para alguns Sidescrolling) ele te mostra um visual MUITO bonito. Sempre abusando da sombra em “quase” preto e branco com tons de cinza. “Pode ser para mascarar os defeitos do gráfico?” Pode. Mas nisso foi bem feito. O jogo é basicamente aquele “Prince of Persia” (desculpem, não lembro a plataforma) antigo, onde você faz uns “parkours” pelo cenário. E independente da história, esse fator é determinante para você grudar no jogo, pois é muito divertido. Tem horas que você fica de saco cheio dos zumbis interromperem seu caminho “free style parkour na veia”. Pra mim única grande diferença do jogo do persiano é que, no Deadlight, você encontra armas de fogo e elas não são apenas pro confronto, mas também para auxiliar nos puzzles. OK, até ai não tenho nada de ruim pra falar do jogo. PORÉM, TEM UM DETALHE HORRÍVEL A SEGUIR. O jogo trava o tempo todo, O TEMPO TODO!!! Depois de pesquisar e perguntar para amigos que também jogaram, descobri que esse é um problema dele ao ser rodado em notebooks, mas PORRA!!!! OS FABRICANTES VEM COM UMA INOVAÇÃO, UM JOGO QUE CONSEGUE SER ORIGINAL E DE ZUMBI AO MESMO TEMPO E ESTÁ COM UM ERRO GROTESCO DESSE?! Isso me deixou indignado. Sério, muito puto mesmo!

Imagem de uma das cut scene
Sobre a história, é a premissa básica de um apocalipse zumbi. Você é um sobrevivente, que perdeu quase tudo só que por algum motivo você é badass pra caralho e sabe mandar uns saltos absurdos. Todas as “cut-scenes” são no estilo de uma HQ e não vídeos mesmo. Não é ruim, apenas faz perder o interesse em alguns momentos. Durante o jogo a gente vai recolhendo páginas de um diário que no final tem mais de 60 páginas (HAHAHA EU NÃO LI!!) e também objetos pessoais dos mortos, como: “Dog Tags”, identidade e fotos. Ao todo o jogo é bem pequeno, acho que zerei em umas 3 horas mais ou menos, mas é de se esperar de um jogo que ta para baixar no Xbox Arcade.
No fundo, mesmo ficando puto com o jogo travado, eu o indico. Caso vocês estejam com dinheiro sobrando, Xbox (com o arcade) ou um PC (DESKTOP) bom e querem algum jogo para passar o tempo não iram se arrepender. MAS, se vocês estão com um notebook já mais pra lá do que pra cá e querem um jogo, VÁ JOGAR HAPPY WHEELS QUE É DU CARAI!!! Pra finalizar vou deixar um vídeo do gameplay para vocês analisarem com os próprios olhos.